10 de Agosto de 2014



Lua Cheia
Idanha-A-Nova
Boom Festival 2014

28 de Julho de 2014

IDANHA-A-NOVA


Sacred Fire. 2008

Sinopse:
Idanha é a minha primeira interpretação e momento de criação com o pressuposto de visionary art. Compreendi que teria de recorrer: a uma visão. Recriá-la. Assim, voltei atrás no tempo; - 2008, fase de pré-produção do Boom entre trabalho voluntário de bio-construção em cana, pintura, calor e imensa aprendizagem no seio da família Sacred Fire. Depois de jantar, sentado na porta da tenda olhava Monsanto e o reflexo do céu na água com a Rita, também ela voluntária. Falávamos do crescimento e educação do seu filho Félix que já dormia e da gravidez da minha irmã que esperava um Rodrigo. Sem aviso num silêncio, na minha frente e na berma da água materializou-se uma menina que me olhou sorrindo. Em sobressalto perguntei à Rita se estava a ver o que via, se tinha visto o mesmo, ao que me respondeu que não. Que me acalmasse porque canais de percepção são abertos e Monsanto é uma montanha muito especial. Passaram 6 meses e em vez de um Rodrigo, a minha irmã deu à luz a Maria Margarida, a minha sobrinha.
Tendo por base esse momento e numa sequência de coincidências encontrei uma fotografia tirada pelo fotógrafo paquistanês Mobeen Ansari em 2013. Assumi esse porto de partida e entrei em contacto com ele mostrando-lhe o resultado dos 3 primeiros dias de redesenhamento da sua fotografia. Respondeu-me não só dando licença para a utilização do seu trabalho, como me enviou uma enorme força para que continuasse.

Continuei o trabalho até estar o mais próximo possível do que me foi dado a ver naquela noite na margem. Para o seu background, usei como base de redesenhamento e reinterpretação espacio-temporal-intensional uma fotografia que tirei durante os dias da primeira reunião Sacred Fire em Maio de 2008. O corte de uma oliveira iluminada pelo Sol de Primavera revelaram a cor e o detalhe que abriu um portal para uma nova realidade de formas e liberdade de leituras onde me deixei envolver durante 7 dias. Permiti que pela arte, a árvore abatida se renova-se e ganhasse uma nova vida. Vidas, momentos, interacções e uma imensa liberdade de interpretações renovaram a minha visão através deste trabalho.

O resultado foi enviado como proposta de candidatura para a visionary art gallery do Boom Festival. Quis o destino que não fosse aceite para integrar a colecção exposta na galeria. E por isso estou grato. Compreendi que este projecto é outra coisa sem nome ou etiqueta, que não se prende com comparações ou com competições. E, compreendi que este projecto vem de encontro a um desejo de: - não usar dinheiro no festival. O meu "dinheiro" advirá do livre valor de troca de uma série de 222 fotografias assinadas, datadas e numeradas e que terei terei comigo para comer, beber, rever toda a família, novos e antigos amigos e dançar, dançar, dançar.

Grato. Muito, pela conspiração do universo que em cada momento me dirige e auxilia a focar no ritmo. Do coração.

Vemos-nos na margem do lago. Vemos sim.

25 de Julho de 2014

!!!!! ATTENTION, THIS IS AN ART ATTACK !!!!!!!!!!

WE ARE WHO WE ARE AND WE OPERATE IN ACCORDANCE WITH THE THEORY AND ART OF ABUSE FABRICATING FABULOUS FANTASY FOR FEAR FREE FUNDAMENTAL FUN.

WE RECYCLE PLACES, MATERIALS AND FUNCTIONS.

WE LEARN TO LIVE THROUGH THE ORGANIZATION OF SPACE IN A CITY IN A DIFFERENT WAY.

WE INTRODUCE HETEROGENEOUS AND IMAGINARY ASPECTS INTO EVERYDAY LIFE.

WE CONQUER SOCIAL SPACES, TRANSFORM COLD INSTITUTIONAL TERRITORY INTO WARM SENSORY PLACES.

WE CONSTRUCT THE VOID, CONSIDER THE BEAUTY OF “USELESS” ITEMS AND THE AESTHETIC OUTLOOK OF “OUT OF FASHION” ITEMS IN A CONTEMPORARY CONTEXT.

WE TEAR DOWN WHAT IS EXTERNAL, REACH THE INNER BEING, DREAM ABOUT A PLENITUDE WHICH IS CRE-ACTION, TRANSFORM-ACTION, TRANSLOC-ACTION.

WE PERFORM A DEFICIT IN TIME, FREE A SPACE WHICH IS PURELY IMAGINARY AND PURE IMAGINATION.
WE PRACTICE ACTIVE HALLUCINATORY PERCEPTION AND SOCIAL COLLAGE.
WE TAKE “OUT OF PLACE” AND “OUT OF USE” OBJECTS AS RAW MATERIAL AND OBJECTS OF ART.
AND WHAT THIS OBJECT OF ART WILL BE GOES BEYOND THE COMMODITY. IT IS NOT AN INSTRUMENT OF INVESTIGATION BUT A METHOD OF MEDITATION.
WE TOUCH THE “MENTAL THING”.
WE SCULPT A METAPHOR OF THE PLENITUDE.

…..AND WE STEAL FROM JEAN-JAQUES LEBEL…






zedosbois.org/events/art-attack/

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24 de Julho de 2014

10 de Julho de 2014

95


mindo

4 de Julho de 2014

Vhils



Taller Siete
Medellin. Colombia
Fev. 2014

Hoje é um dia histórico. O Alexandre com o seu trabalho, perseverança e força abre as portas do monumental Museu da Electricidade em Lisboa com Dissection.
A street art, uma vez mais, demonstra, o que alguns "vândalos" à uma década atrás previam e sentiram que fazia falta. Na arte, na forma quando e como a vê-mos e vive-mos. Na humanidade inerente à mudança de consciências tão necessária. Na mudança que aconteceu, acontece.
Na minha opinião, o trabalho do Alexandre sempre foi dotado de um enorme pioneirismo pelas "fartas" técnicas e força de acreditar que transmitem. Arte com o poder de fomentar esperança em nós que não somos marca. Por isto não pára. Por isto, não pares.
Hoje, a fasquia subiu. Bendito sejas rapaz eléctrico!

24 de Junho de 2014

20 de Junho de 2014

10 de Junho de 2014

Prenda from DEVIR on Vimeo.

27 de Maio de 2014

sava



greenpeace.org/new-zealand/en/blog/breaking-japans-research-whaling-ruled-illega/blog/48741/#update

19 de Maio de 2014

kazuvi



50mm | 30" | F:3.5 | ISO100 | df 18mm
Lys. Lua Cheia

13 de Maio de 2014

Cova colo




Eu apenas entrego água
Tu lavas-me com o teu sangue.
Através de ti se transforma o vinho.
Alquimia visão sem te olhar nos olhos.
Oráculo vulgarizado,
Desmancho por despacho e só ausência.
Meu amor.
Procura do elemento silêncio,
Crença na possibilidade
Do reconhecimento de entrada
Onde? No ente entro sem peso.
E mais não saia. Não quero nem posso sair.
Ausência dócil,
Tão suficiente tudo que reflecte um sempre quase para sempre nada.
E chegamos, voltamos. Voa-mos, tal como em vez.
E sem posse passe ou validação encontra-mos.
Encontramos-nos.
No teu sangue transbordo de água.

8 de Maio de 2014

6 de Maio de 2014

nazca

 








2 de Maio de 2014

unfold


fotografia: Ricardo Marques

1 de Maio de 2014

30 de Abril de 2014

28 de Abril de 2014

27 de Abril de 2014

26 de Abril de 2014

25 de Abril de 2014

18 de Abril de 2014

This is not...


 a street art item.

17 de Abril de 2014

16 de Abril de 2014

15 de Abril de 2014

Três páginas arrancadas por contracção, mão presa, densidade de negação, ausência, decréscimo. Não saber. Contracção sem resposta de válida ou construtiva reacção. Densidade. Alfama, Sé. Retoma Tejo de luz sem da luz me aperceber. Densidade. De nada espelhar. Entrega, procura desconstrução. Flip flops em solidão. Descentralização, indecisão. Desvio de controle de matéria. Inteligível, corrigível, permutável. Desconteúdo folgado, medida por medir exteriorizada. Nada.
Acréscimo de pouco saber pela ausente resolução. Expiação, armadilha, desfloração. Desencontro e solidão. Submissão, descontinuada sobreposição. Atulhar. Soterrado por omissão. Medo e indecisão. Casca grossa. Protecção.
Doutrina nasal, assassina. Afastada resina desbotada de amor. Presa fácil andorinha. Vôo, vôo, vôo na certeza lembrada de não o conseguir fazer. Vazio turpor. Rasgado sem mutação, âncora, raiz ou leme. Regalado rodeado da proporção alheia dada tenaz. Inexistente tentativa de acordo por nivelar. Distancia. Embriaguez adúltera assalto ingrato desmedido. Descontrolado na acutilância. Telecomando. Actor não identificado. Cansado. Na confirmação e sempre dado. Partilhado, estilhaçado. Descordenado, cordeiro levado. Constatação, atracção de negatividade sem filtro. Desenraizamento assente nas externas leituras desafinadas na cirúrgica ilusão da impotente castração. Sobreposição da soma de leituras emocionais, visuais e humanas no momento  do  sossego conseguido de cada topo em conquista por dádiva. Acusação, auto-flagelação, imputação por frágil constatação. Ciúme, aversão. Mongólias ilusão? Acréscimo fantoche sem designação de um plano calculado treinado, ensaiado. Trabalhado. Borrado.
Tremenda dificuldade de aceitação de mim mesmo. A ressaca passageira de não articular bom dia. Bom dia, bom dia. Bom dia será? Estranho em mim. Estranha fórmula de vida. Incongruente capacitação num único fatal plano de concepção. De tão forte esvazia. Cataliza e come. Amassa pela eloquência. Fere pela certeza. Certezas esvoaçantes assentam em maturadas estruturas anti-sismo. Não posso em mais uma insónia de toque de sino lamber feridas. Lamber seja o que seja. Não rima com insano, insegurança da forçada fuçada composição que não dança nas realidades fragilizadas que invento. Só mais só Eu fico. Vitimizo-me sem qualquer conforto receber. Tenho fome na correria de encontro a um prazer que não vem, não sustem, nada tem de além além de mim rodeado num emaranhado de portas que não se abrem. E como poderiam ter aberto perante a constatação de todos os impulsos em vão? Incompreendido sou um não. Desconseguido desfragmentado, tão fingido de-simulado, quase anulado. Encerro o trauma de uma loucura que deixa rasto de caracol simplificado. Mergulhar num limbo desmesurado de onde lodo sem nado.
Culpas e maus tratos reactivados. Raiva poluente. Ira inconsequente.
Cocaína desafina. Satisfeita insatisfação que domina na certeza de uma luta que se aproxima. Onde anda o meu farol? Será que alumia? É urgente a saída, fundamental é a chegada ao porto confia. Linha.
Tenho a fome de um amor ausente perdido na dor da imaginação de um ciúme trepador.
Haverá algo mais que possa deixar sair até soterrar? Há superfície? Haverá chegar? Pobre de mim. Vitima de mim porquê?
Sinto o peso da partida que transmiti olvidado na altitude do ventre materno onde tudo pode ser e é dado a ver. A doer por vir a ser. Integrar compreender. Antes de fazer nunca será ver. Antes depois. Tudo ou nada, sobra o tudo.
Desvendo, desventro, vento vi, ando, transformo: é coxo, é pouco sobremudo.
Poder voltar é assimilar para estruturar.
A paz e a calma desassossegam-me na eminência de uma necessidade que voraz-mente ultrapasso na dinâmica de sobrevivente acordado que me resta nos despojos de uma passada sem direcção.
Tudo o que vivi, escrevi, analisei, estudei ou senti não veio desta vez por ti. Ocupado enamorado devorado descentrado fiquei só, desenraizado. Maturado e com carga de profundidade amarrada, fui avisado, em baleia transformado, congregado e num livre acesso libertado.
Não posso, não sei, não consigo, nem quero pré-assumir sequer que assumi que a queda de um anjo seria somente a semente que desconfiei poder ser. Sabendo-o, saboreio-o agora. Confirmo-o profundamente como uma broca furando um ventre.
Desenrolho-me na luz da cidade que me viu nascer. E se o arrependimento amamenta-se? Mamo tudo o que nesta distancia deixei mal feito. Despeito vitórias que agora longe sabem a sangue, a solidão implodida em fragmentos de erros rearranja-dos em frágeis franjas rocócó. Pela fome insaciável dos outros que nem vêem. Intrínseca masturbação de um joguete brilhando de toda a merda que vim trazendo. Trazendo nas costas passado se avança para nenhum lado. Quadrilátero embruteci na ausência de presentes memórias do que vivi.
Esfrego-me neste chão, mordo-me contorço-me antes de ir. Espanca-me o medo de querer terminar com todo o sofrimento que cobarde quero deixar para trás. Nada mais a  fazer, tudo feito. Lento leito de uma sobrecarga tão presente quanto inaudível por mastigada nos molares de uma consciência fustigada. Detalhadamente manipulada.
Sôfrego, detesto, desdigo a caligrafia enjaulada retorcida salteada. E suja sem leitura segue sem que compreenda, que este é, depois de lavado, o primeiro dia do resto de um plano sem vida.


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15 4 2014


14 de Abril de 2014

12 de Abril de 2014

D1NA



"De una" is a colombian expression that means just do it, no thinking, no doubts, just go for it. Based in that expression, D1NA become the concept of one artistic intervention made in the entrance galleries at Café Zorba in the city of Medellín. With only 7 days to put it on, i decide to "de una" sketchup over recycled newspapers achieved at the present time. The final result become a quadriptic colage (D,1,N and A) exposed among a serie of drawings and one oic instalation.
"De una" here are some frames of the work exposed.
From Colombia, with love.




 












D












1













 N














A

Around the D1NA intervention
...






And during the first 2 days at Zorba Café...